
Antes do texto, sou obrigado a dizer que se não fosse uma discussão acalorada hoje envolvendo Tite Kubo e Masashi Kishimoto, o OEAM poderia não ter saído. Dessa discussão com um amigo (que com certeza vai aprender novas técnicas de assassinato antes da gente se encontrar de novo…) eu tirei uma certeza: Há muitos problemas hoje de desenvolvimento de tramas porque os autores acabam esquecendo uma regra básica: Há protagonistas, coadjuvantes e antagonistas, e eles podem passear entre cada categoria, mas não podem ser todos a mesma coisa, protagonistas.
Para começar, utilizando os exemplos da discussão: Kubo, Kishimoto e, ocasionalmente, Oda. Os três cometem sérios erros de colocação dos personagens em cena em situações diversas, considerando o que nós, leitores, difilmente conseguiriamos perceber, que é a trama como um todo. Oras, eles podem saber exatamente como terminam suas obras, mas como a gente, que lê apenas um capítulo por semana, pode ter essa mesma visão? Diacho, pior ainda é que ficamos viajando, o que permite que acabemos desenvolvendo aquelas teorias insanas que povoam a internet e acabam criando fóruns de discussão inteira para saber afinal quais são as medidas de Nami, Hinata e Matsumoto (PS: Obrigado Kubo e Oda por já terem nos fornecido os dados, agracemos muito).
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