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Pirataria nos Animês

10.11.08 | Por black, às 13:00, em Otaku é a MÃE! | 22 comentários

Não, não vou falar de Pirataria no sentido de copiar animês para o pc. Pra isso basta o Google. Não é do meu feitio ficar indicando animês apenas por indicar aqui na OEAM, mas… Cada vez que me falam de piratas nesse site e eu penso na minha seção, não tenho como evitar: One Piece me vem a mente e eu pergunto: WTH?!? Que que isso tem a ver com os ditos piratas daqui? Para quem não conhece, One Piece é um mangá de Eichiiro Oda que traz um modo, digamos, bem original de pirataria. One Piece não é conhecido exatamente pelo que tem de importante, mas por sua bizarrice extremada, seus personagens marcantes e sua (quase) nada séria trama principal.

 Percebam o teor insano do negócio

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Saiu o animê? Vai atrás do jogo…

27.10.08 | Por black, às 9:23, em Otaku é a MÃE! | 7 comentários

Não, não vou indicar jogos pra você ir atrás. Essa é a idéia de OUTRA coluna. É do fenômeno que vou tratar. Uma prática comum em filmes de ação/aventura/adaptações/qualquer coisa Disney/Dreamworks é de que receba antes ou durante o lançamento do filme (e em alguns casos DEPOIS) uma versão videogamística, geralmente para todas as plataformas. “Pra agradar ao público que quer entrar no clima do filme?” É… Vai nessa.
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Agora é modinha

20.10.08 | Por black, às 8:23, em Otaku é a MÃE! | 38 comentários

Ser otaku hoje em dia é fácil. Assiste Pokémon, coloca uma camiseta de FullMetal Alchemist, vai a um ou dois encontros e PRESTO! É um otaku! Se você não entendeu a ironia, prova que você faz parte desse grupinho. A maioria se auto-proclama otaku e nem faz idéia da origem da palavra. Pra começar, no Japão, que é de onde vêm os mangás e animês que o pessoal curte (se não sabia nem disso, pode sair JÁ!), otaku foi uma palavra criada pra se referenciar a pessoas viciadas nessa parte da cultura japonesa, de uma forma pejorativa, como é o Emo para nós. É um xingamento pesado e uma perseguição forte. Apesar de ter diminuido com o tempo, continua como uma ofensa pra muita gente. E o jeitinho brasileiro fez questão de modificar a conotação da palavra, assim como fez com nerd, e cá estamos, com inúmeros otakus indo a eventos e sendo felizes.

 Isto é um otaku feliz… Sem comentários…

Poupem-me do papo corta-pulsos, é verdade: A maioria otaku desconhece o seu produto. Segue tendências, não forma opinião própria. Não é um defeito da classe, é da população em geral mesmo. Falta muito para chegarem ao nível do Reclamão, de diferenciar-se por escolher o que quer gostar. E têm as cabras velhas, que seguiram a boiada ou cunharam o termo quando os eventos começaram, lá pelos idos de 2000, que faz tempo pacas. Esses, que cresceram tomando Toddynho enquanto assistiam Dragon Ball ou pentelhando os pais para ver Cavaleiros do Zodíaco antes de ir jantar. Esses ao menos conhecem um pouco mais, só que acabaram caindo na mesmice de fãs do Nirvana, por exemplo: “É a melhor coisa que existe, vai te fu***, cara!”. Ficaram lá pelos idos de 2000 mesmo, não mudaram os gostos nem conheceram material novo.

 Um dia achei que era o melhor que existia

Ah… E as músicas… Virou consenso que otaku gosta de J-Rock. Fato: Otaku gosta de MOE, isso não é novidade. Hum? O que é Moe? Explicando de uma forma básica (se quiserem uma explicação decente, entrem aqui), moe é “bonitinho”, é aquele tipo de personagem FEMININA, que é feita pra se abraçar, se apertar, se cheirar… É… Se faz isso com mulher gostosa também, mas essas personagens mal tem curvas, véio. Aí você olha e pergunta: Combinará moe com algo do tipo… Sei lá… Uverworld? Te dou um clipe pra pensar…

Ah, já pensou? Beleza então… Se você, como eu, é são e DISCORDOU da combinação, vai entender o clipe abaixo.

Pois é, ISSO é algo que otakus originais gostariam bastante. É o perfil de muitos deles, da maioria talvez. J-Rock é que nem Jota Quest e Nx Zero aqui: Coisa do povão, que gosta de um TIPO de rock (segura a franga aí, Théo). E existe J-Rock de todo tipo. Desde o mais pop, quase J-Pop, até o J-Rock do tipo que tem clipes típicos de Slipknot, como os traumatizantes toma-tranqulizantes de Dir En Grey. Esses dias eu senti depressão vendo um clipe deles. E isso que é uma das bandas mais ovacionadas de eventos. Depois otaku reclama da comparação com Emos.

 MY CHEMICAL…!!! Opa… Banda errada…

Fica aí o aviso, então: Antes de levantar uma bandeira, pesquisem um pouco, aprendam alguns jargões, criem GOSTO pela coisa de uma vez e entendam o que vocês estão ovacionando. E, PELAMORDEDEUS, PENSEM antes de tomar certas atitudes… Não vão fazer tatuagens de ideogramas sem saber o que vocês estão fazendo. Fazem bem pra vocês e pra mim, não me importunando depois.

Vê se aprende alguma coisa…

13.10.08 | Por black, às 8:54, em Otaku é a MÃE! | 4 comentários

Quando você sabe que definitivamente passou muito tempo lendo mangás, vendo animês? Quando você passa a utilizar algo que aprendeu ali na vida real. Pó pará de rir, eu tô falando sério. Óbvio que você não começa a saltar de árvore em árvore como os ninjas de um certo cachorro-morto (Me recuso a ficar chutando isso aí). É de pequenas coisas, relacionadas à ciências, mundo, informática e tals. É como esses dias em que eu tava pensando num tema para essa coluna e me peguei (Heh) lembrando daquelas histórias de “medos da infância”. Quando menos esperava, já tinha citado trocentas fobias que só mesmo pirralho acha que tem. Aí me liguei que todas haviam sido citadas em animês que via quando criança… Logo, “orra, Black, mas tu é velho mesmo hein?”. Morra, otaku idiota. Eu quis dizer que é incrível como, entre tantas coisas pra lembrar, eu fui pensar logo em FOBIAS que conheci vendo desenho.

 E pensar que comecei a jogar GO por causa disso aí…

Acontece muito. É uma técnica interessante de adultos: Ensinar alguma coisa enquanto te empurra algum desenho pra te ocupar o tempo. Vai, pode lembrar de tudo que você já assistiu ou leu e veja se não tem uma boa quantidade de material que deveria ser visto na escola aí. Orra, teve gente que aprendeu português pra valer depois que passou a comprar mangás (Só lá mesmo pra adolescente falar como gente normal). Cultura japonesa então, nem se fala. Depois que o boom do mangá voltou, no início do século atual, as escolas de japonês tiveram um considerável aumento de alunos inscritos. Claro, metade deles, bananas que nem vocês, não devem ter passado do primeiro semestre. Normal, a empolgação é que nem a de coelho trepando. Vai rápido, faz serviço e some. O mesmo vale para artes marciais, mas essas nem necessitaram do mangá. Karatê Kid já deu uma ajudinha nas décadas de 80/90.

 Ah vai… Você também tentou imitar a pose e se ralou quando caiu

Eu mesmo admito que só ousei aproveitar da culinária japonesa (LEIA-SE: SUSHI) apenas depois de já ter me embevecido com a pilha de mangás que tenho no meu quarto. Orra, não é essa a estratégia de quem faz mangá pra vender brinquedo? Vide Pokémon, Beyblade ou sei lá que modinha que tá por hoje na tevê daqui (Não vale chutar cachorro-morto, já disse). Vale então apelar para ensinar história… Ah, história… O que entenderia eu do fim da época feudal no Japão não fosse Samurai X (A pior tradução já feita para o nome de um mangá depois de Blade – A Lâmina do Samurai). É impossível você terminar de ler e não saber NADA da Era Meiji… Esquece, eu tô falando dos leitores do AOE. Foi mal aí galera. Provem-me do contrário.

O que diabos vem pra cá?

06.10.08 | Por black, às 9:00, em Otaku é a MÃE! | 4 comentários

Você, que é um leitor assíduo… De mangá, claro, porque livro que é bom, necas… Já deve ter chegado um dia em sua banca favorita (se não tem, FINGE QUE TEM!), parado diante da estante, tirado meleca do nariz e pensado, se é que isso é possível, “Por que será que nenhuma editora licenciou XXXXXX ainda?”. Se não entendeu, é pra substituir XXXXXX por qualquer mangá de sua preferência que não foi lançado no Brasil ainda. O pensamento é idiota, mas a pergunta é pertinente. Qual seria o critério pra que um mangá fosse comprado e chegasse às bancas?

 Vai… Pode procurar aí…

Certa vez perguntaram isso numa revista sobre animês e mangás. A resposta, óbvio, foi daquelas prontas, que dizia mais ou menos: “Levamos em consideração a popularidade, blá blá blá, a facilidade de adquirir, whiskas sachê, e o interesse do público brasileiro”. Peraí, como assim o interesse do público brasileiro?!? Simples, pequeno gafanhoto: O que mais vender nas bancas vai influenciar no que virá em seguida pra cá. Assim, se o que mais vender forem shoujos do tipo… Peach Girl… Bom, serão coisas desse naipe que continuarão chegando aqui. Isso quer dizer que você, seu inútil que só lê mangás na internet e não compra nada na banca, é um dos principais culpados se o tal XXXXXX não vier ao Brasil nunca. Vai continuar lendo na internet e só.

 Trinity? É… Quem saiba um dia venha pra cá

Mas e os outros dois fatores? Ah, pois é… Tem coisa que a gente não entende… Por exemplo: Popularidade? O que se define como popular se no Japão o mangá é fração gigantesca e essencial de sua cultura e muito comum? Carácoles, lá tem mais mangá do que tipo de comida! Por isso que tanto neguinho tá xingando porque tem Naruto e não tem… Sei lá, um clássico como Hokuto no Ken.

 Cara… Imagina ler isso tudo?!?

Facilidade de adquirir também é uma péssima resposta que se dê aos fãs. Só precisamos de dois neurônios pra entender que: A) Ou é mais barato ou B) Tem mutreta por trás. E mutreta das grossas. Vai dizer que você nunca se deparou com aqueles pacotes típicos de tevê brasileira: “Você compra esse programa, que realmente é uma merda, e consegue levar esse outro, de mais sucesso, com um descontinho”. É por isso que vez por outra somos inundados com porcarias ocupando o espaço que poderíamos, e realmente nós conseguiríamos, preencher melhor.

Assista ao TRAILER de Dragonball

02.10.08 | Por théo, às 10:49, em Mundo Otaku | nenhum comentário

Papo rápido que já já sai fora do ar:

Direto do Dragonball – The Movie! O que eu achei? AINDA não mostrou muita coisa. E, CARÁI, o que é aquele decote? :teehee:

E vazou o teaser trailer de Dragonball!

01.10.08 | Por théo, às 2:20, em Mundo Otaku | nenhum comentário

Que o Dragoball Movie Blog é um dos melhores blogs sobre o filme, cê já sabe. Os caras acabaram de publicar o teaser trailer da bagaça, se liga:

O que eu tenho a dizer? MUITO Mortal Kombat! Eu me empolguei, mas quero ver o teaser trailer em qualidade decente. Será que sai ainda hoje?

O filme Dragon Ball vai ganhar um… game?

30.09.08 | Por théo, às 22:38, em Mundo Otaku | nenhum comentário

Que 1/2 a cada 12 jogos que acompanham lançamentos de filmes são “bons”, você já sabe. Sério, esses jogos são cabulosamente deprimentes, e ainda tem gente que gosta. Ghost Rider segue a linha de God of War, e me impressionou por ser BOM. Porra, ele acompanha um filme ruim DEMAIS, segue o estilo de um jogo CHATÃO e AINDA ASSIM consegue ser bacana. Mas nada demais. De resto, só os jogos do LEGO se salvam. Mas nem tanto.

Enfim, eu estava lendo o concorrente e fiquei sabendo que, provavelmente, a Fox, em parceria com a THQ, vai produzir um game baseado no filme de Dragon Ball.

Depois de falar todos os palavrões que você aprendeu quando tinha sete anos e, por tabela, lembrar de COMO você apanhava por causa disso, você pára e pensa que são TRÊS possibilidades:

1 – O game não vai ter muito a ver com a história do filme, usando apenas a aparência dos personagens (ou nem isso, vai saber)
2 – LEGO Dragon Ball
3 – O game VAI SIM seguir a história do filme, de certa forma. Ou seja: O filme NÃO PODE ser catastroficamente ruim pra ter um jogo!

Lógico que isso pode ser apenas um sonho esperançoso, mas o ideal MESMO seria calar a boca e esperar a bomba explodir – sendo isso ruim ou não. Dragon Ball já é o filme mais polêmico de 2009, sem dúvida. Mas não dá pra camuflar a decepção antecipada no ar.

Ficando velho

29.09.08 | Por black, às 9:00, em Otaku é a MÃE! | 27 comentários

Chega uma hora na vida de um otaku que ele pára, olha pro céu, segura aquele mangá que ele estava lendo com força e pergunta… QUE DROGA É ESSA QUE ESTOU LENDO?!? Ele não está insano, caros gafanhotos inúteis… Bom, o mangá pode ser ruim mesmo, mas o que provavelmente acontece é que… Ele está se achando velho demais pra aquela coisa… Que realmente é uma droga.

 Claro, a história poderia acabar com um empurrãozinho

É uma situação comum em vários campos… No cinema, você passa dos clássicos infantis para os terrores juvenis… Ou pornôs. Nos quadrinhos, cê pára de achar que Mônica é divertida e começa a curtir Homem-Aranha… E mais tarde Alan Moore, Frank Miller e Mark Millar. Na música, você manda queimar os cd´s de pagode (Graças a Deus) e começa a curtir algo mais… Como Green Day. Um dia quem sabe Metallica, seu frangote. Não é necessariamente evolução, só encheu o saco ficar no mesmo nhe-nhe-nhé. É o mesmo com mangás e animês… Principalmente aqueles que estão no damnit 300º episódio. ORRA, NÃO ACABA NÃO?!?

 PORRA!!! MAIS FILLERS?!?

É por isso que produtos como Naruto e Bleach (Que ainda não é moda o bastante no Brasil, amém) são tão repudiados. É fácil demais para seu leitor, assim como foi para a geração Dragon Ball Z na saga Majin Boo, se enfadar com a enrolação constante de alguns capítulos, o que dirá dos episódios tapa-buraco do animê! Chega então a “crise da meia-idade” em que pára, pensa bem, vai ao banheiro, volta pro computador e chega a dúvida: O que farei? São três opções:

1) Mandar tudo à merda e sair pra beber
Caso típico de ex-otakus, um dos mitos que acompanha os ninfomaníacos e os alcoólatras anônimos. Acha que pode se livrar do vício, começa a criar vida social e, veja só, até consegue pegar mulher (Não necessariamente MULHER, mas… Mulher)! É um milagre! Até que um desgramado viciado se aproxima com AQUELA EDIÇÃO DO CAGAIO QUE TEM A LUTA ENTRE X E Y COMPLETA!!! Aí tudo vai pro escambau…

 Uma boa maneira de acabar com um vício

2) Procura material mais… Adulto
Outra mentira. Apesar de achar que consegue ler outras histórias, com mais sangue, mais pornografia e que não demoram quinze capítulos para explicar uma simples história de relação entre irmãos (MORRA, SASUKE!!!), sempre penderá para o lado da “amizade acima de tudo, me dê sua bunda, Athena!” e outras coisas do tipo. Provavelmente ele não deixará de acompanhar aquilo que o deixou emputecido e ainda assim se “divertirá” com as novidades que conseguiu. A maioria destes se torna aqueles que vem com o discurso: Naruto é uma droga! Vão se f***, fãs de Naruto e blá blá blá. Desconfie de todos, só por segurança.

 Duas ou três edições e o cara já se acha macho…

3) Se acostumar e deixar pra lá
Já está há 400 capítulos/episódios acompanhando a mesma porcaria, por que parar agora? Vai adiantar? Coisa nenhuma. Esse é o tipo que SABE que iria voltar do mesmo jeito e prefere que continue assim, na paz. Esses bananas geralmente defendem com os mesmos argumentos uma dez, quinze vezes o seu objeto de adulação.

 “Okay… Ora de ver mais um episódio…”

Ainda existe uma quarta raça emergente dos infernos, mais evoluída do que a terceira e com melhor visão de campo, que aprendeu a pensar e, portanto, criar soluções para o problema. Arranjam teorias, boas ou não, para as enrolações, acumulam muita coisa pra ver/ler, fazem de tudo para que não perca o frescor de carne fresca (Tipo quando você procura fantasias pro sexo). Esses miseráveis, e admito que faço parte deles, podem ser a próxima geração de otakus idosos… Ao menos eles sabem que está uma droga e reclamam… Dê uma bazuca, uma viagem ao japão e o endereço do autor para eles e talvez eles possam fazer algo de útil.

Otakus e Sexo

22.09.08 | Por black, às 11:03, em Otaku é a MÃE! | 17 comentários

Sabe a história de que o mundo otaku está cheio de virgens babando em cima de tudo que é hentai? O casal que tá tirando o caroço de azeitona entalado na garganta com a língua diz que é mito. Bom, não exatamente por completo, ainda existe aquela turba entre 12 e sei lá quantos anos que vive na casa dos pais com uma pilha enorme de pornografia pra fazer companhia nos fins de semana, mas este povo está ficando cada vez mais extintos. Assim como a geração “funkeira” (Que Deus tenha pena de suas almas…), os otakus estão experimentando o que há de bom na vida cada vez mais cedo. É aí que começa a putaria. Fala sério, como não pensar nisso em um evento que tem coisas do tipo do exemplo abaixo a cada metro quadrado?

 Esse povo todo lotou o banheiro do evento

A idéia, que pra não dizer retrógrada e imbecil dizemos que é “equivocada”, de que desenhos japoneses são coisa de criança ignoram legal produtos como Bastard, Gantz, Hellsing. Sexo, violência, uso drogas (lícitas ou ilícitas), polêmicas, críticas sociais e políticas fazem parte de obras como estas. Ou vai dizer que quando VOCÊ era criança você entendia aquelas piadas escrotas de adultos? Só que, não é porque não são desenhos de crianças que a “faixa intermediária”, vulgo aborrescência, não consiga entender um pouco das idéias que aparecem ali, e eles gostam. Logo, eles podem se reunir em eventos, para… Conversar… Sabe? E o que dá reunir um bando de criaturas com hormônios, muitas vontades na cabeça? Suruba Festa, claro.

 Mais do que em penitenciária, ninguém deixa cair o sabonete

Começa então a confusão: Garoto conhece garota, acha ela gostosa bonitinha, bate um papo, ele é um otaku padrão, ela também, rola um esquenta (Se não entendeu, checa os manuais do AOE) e zás. Nove meses depois outro otaku em miniatura pode surgir no mundo. Isso se você não for da outra galera, saca? Otakus VIVEM em meio a sexo. Há mangás com sexo, há hentais, há cosplayers gostosas com pouca roupa. Acreditar que eles são um bando de virgens tosqueira cheios de calos na mão é generalizar por causa de gente como o Théo uma minoria. Não há lógica. E não, não estou defendendo os otakus, estou esclarecendo um boato. Otakus e sexo podem sim estar na mesma frase sem serem opostos.

 Eu sei que cês queriam ver mais “cosplays”

PORÉM… Tinha que ter um porém… Como qualquer coisa que envolve sexo, há polêmica. Um exemplo bem didático é quando três garotas MENORES DE IDADE resolveram ir a um evento de animê… De toalha… É… E ainda prestando um pouco dos seus “serviços”… Abraços, beijos, essas coisas sabe? Acho que até hoje tem gente falando da mãe das gurias. A pergunta é… Qual era o maior problema? O fato de elas estarem de toalha? Por que elas estavam se “vendendo”? Ou simplesmente porque eram menores de idade? O problema é que é sexo, e sexo É polêmico.

 E este é o motivo da polêmica… Pff…

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