E se Deus fosse de Carne e osso?
03.01.09, às 9:30, em AnimesErgo Proxy, quase um alucinógeno

Estou de volta seus noobs, agora com mais uma tentativa de por cultura nessas suas cabeças poluídas por Hamtaro (para seu bem, NÃO clique), resultando nesta sua porcaria de gosto pessoal, se pode-se chamar isso de gosto.
Drogas alucinógenas denominam-se um conjunto de substâncias naturais ou sintéticas capazes de atuar sobre o sistema nervoso de uma forma ainda não muito bem conhecida.
É praticamente a mesma idéia de Ergo Proxy, um anime sombrio, com personagens que passam maior parte do tempo confusos com seus objetivos na vida, que foi ao ar no Japão em 2006, pela emissora LOLOL WOWOW com seus 23 episódios e direção de Shukou Murase.
Inicialmente você vai ver um futuro perfeito, funcionando tudo como se deve, as pessoas fazendo sua parte, como um relógio, em perfeita sincronia. Mas nada que é muito perfeito é bom, não é verdade?
E aqui não segue diferente esta sentença, a cidade futurística chamada Romdo onde se inicia nossa história, nada mais é do que um globo onde todos estão trancados, “protegidos” do ambiente de fora que está contaminado, depois da catástrofe ambiental global, sob total controle do governo e tendo como única missão na vida trabalhar para manter sua cidade funcionando perfeitamente.
Parece um Bate-bolaNo futuro os humanos contam com a ajuda dos Autoreivs, que são robôs para qualquer tipo de prática diária do homem, desde arrumar uma casa, até ser um policial. Porém surge um misterioso vírus chamado Cogito, que só infecta os Autoreivs, os tornando seres “independentes”. Ao invés de robôs somente programados, agora eles tem consciência, amor, ódio, felicidade, viadagem, ciúmes etc…
Com isso, assassinatos começam a ocorrer e a balançar a estrutura deste mundo perfeito, quando surgem seres estranhos que o governo esconde e faz experimentos secretos para descobrir o que seriam, e ao mesmo tempo, o grupo do escalão mais alto do governo já sabe do que se trata. Esses seres são conhecidos pelo nome de Proxy.
Mas o que é esse Proxy?É a mesma dúvida que será explorada por Vincent Law que, além de ser um imigrante que trabalha para o governo com a função de caçar e inutilizar robôs infectados, também é um Proxy, porém desmemoriado.
Junto a ele nesta jornada estará a policial e neta do prefeito de Romdo, Re-l Mayer e a Autoreivs infectada, Pino.
Amy Lee?Nesta aventura cheia de diversão jornada será descoberto que existe vida do lado de fora do Romdo, além de outros Romdos. Então, quem os criou?
Os Proxy seriam uma espécie de DÊOS, que os humanos poderiam alcançar, tocar. Cada Proxy criou seu Romdo do seu jeito, ao seu gosto. Alguns fizeram cidades, outros um mundo de desenhos e diversão ou até mesmo um Programa de TV, afinal eles são DÊOS, fazem o que quiser com suas e nossas vidas de merda, seus tangas.
Mete a Cara NOOBÉ dono de uma trilha sonora impecável, tendo como música de encerramento a Paranoid Android do Radiohead, e de um ótimo traço. Se você for ver Ergo Proxy, fique certo que assim como em Lain, você não vai entender merda nenhuma no começo, depois com o tempo vai entender menos ainda alguns detalhes. Alguns episódios são bem confusos, outros com mais ação, outros com mais história, mas no fim tudo se explicará e você ficará feliz, só não se esqueça de se ajoelhar perante a mim MHUAUAUAUAAU me agradecer depois.
» Tags: Anime, Autoreivs, Ergo Proxy, mangá, Re-l Mayer, Vincent Law
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